SESAU intensifica ações de combate ao Aedes aegypti em Mata de São João
Equipes da Vigilância Epidemiológica atuam de forma contínua na Sede, Litoral e Zona Rural para prevenir casos de dengue, zika e chikungunya
Foto: Divulgação/Ascom/PMSJ/Montagem/KS6 News A Prefeitura de Mata de São João, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SESAU), segue fortalecendo as ações permanentes de combate e prevenção às arboviroses, como dengue, zika e chikungunya. Desde os primeiros registros, as equipes da Vigilância Epidemiológica permanecem mobilizadas com monitoramento constante, visitas domiciliares e estratégias de controle do mosquito Aedes aegypti em localidades da Sede, Litoral e Zona Rural.
As equipes realizam inspeções nas residências para identificar e eliminar possíveis focos do mosquito transmissor. Sempre que um caso confirmado atende aos critérios técnicos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, é executado o bloqueio vetorial com a aplicação de inseticida na área. Após a intervenção, os agentes retornam às localidades para acompanhar a evolução da situação, e em diversas áreas monitoradas não foram registrados novos casos.
De acordo com o coordenador da Vigilância Epidemiológica, Carlos Aurelino (Michel), a aplicação do inseticida faz parte das estratégias de controle da doença, mas é realizada de forma técnica e criteriosa. Segundo ele, quando um caso é confirmado, o bloqueio vetorial ocorre em um raio de até 100 metros da residência da pessoa infectada.
O coordenador também esclarece que o equipamento costal utilizado pelos agentes de endemias apresenta maior eficiência na aplicação do inseticida do que o veículo popularmente conhecido como carro fumacê, permitindo uma atuação mais direcionada e eficaz nos locais onde há necessidade de intervenção.
Carlos Aurelino reforça que, apesar de o município não estar em situação de alerta máximo, a participação da população continua sendo essencial para evitar a proliferação do mosquito.
“O município não está em situação de alerta máximo, mas é fundamental manter as ações preventivas. Basta que cada morador reserve cinco minutos para eliminar recipientes que possam acumular água. Durante as visitas encontramos brinquedos, tampinhas, sacos plásticos, garrafas e diversos objetos com água parada. Com o período chuvoso, qualquer recipiente pode se transformar em criadouro do mosquito”, destacou o coordenador.
A SESAU reforça que o combate ao Aedes aegypti é uma responsabilidade compartilhada entre o poder público e a população. A eliminação de recipientes que acumulam água parada continua sendo a principal medida para impedir a reprodução do mosquito e reduzir o risco de transmissão das arboviroses no município.
*Com Informações da Ascom da PMSJ


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